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1 mês + aniversário + meet up + poop day

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Bom, muita coisa pra contar e preguiça pra escrever, mas aí vamos nós: Sexta, dia 04/01, eu comemorei 1 mês aqui nos States e o meu pinguim - aquele balão que eu ganhei no dia que eu cheguei - ainda está vivo e "flutuando" aqui no meu quarto. O dia passou sem muitas novidades e a Kristin já havia pedido para eu ficar com os meninos a noite porque ela e o Chip iriam sair. Como eu não tinha nada programado mesmo, topei. Passamos o dia super bem, tivemos playdate e a noite haveria um "evento" especial na escola do Alec: uma sessão de "cinema" com o filme The Lorax - eu assisti esse filme com o Leo em Cape Town - e as crianças deveriam ir pra escola usando seus pijamas e levar travesseiro e cobertor. Fui até lá e foi bem legal. Estava lotado. Chegamos em casa em torno das 9:30h, coloquei os dois na cama e logo depois os pais chegaram. No sábado seria a festa de aniversário do Alec, mas eu já tinha acertado um meet-up com um grupo de pessoas que gos...

Me, myself and Leo

Como diplomata a Claudia, às vezes, tem que fazer algumas viagens. Essa é a segunda vez que ela tem que viajar para visitar um americano e eu fico com o Leo. Ela foi quarta-feira pra não-sei-onde e voltou hoje. Dessa vez foi mais tranquilo: já passamos pelas duas noites e o Leo não chorou chamando pela mãe. Da outra vez ela se ausentou pelo mesmo tempo, mas pareceu uma eternidade de tanto que ele chorava e chamava por ela. E dessa vez ela deixou até o carro para mim – eu precisaria dele hoje para levar o Leo no futebol – e claro que novamente o carro deu problema na minha mão. Sorte que eu só tirei ele da garagem hoje para ir ao futebol. Fomos com uma certa dificuldade: o carro morreu umas duas vezes no caminho mas conseguimos chegar. Na saída que ele não funcionou nem com reza brava! Então como eu sabia que a Claudia já estava de volta mandei um SMS pra ela contando a história. Resumo de tudo: até o professor do Leo tentou fazer com o que o carro funcionasse, mas o bendito morria ...

A praia dos pinguins: Boulders Beach!

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Até na terça-feira a noite eu não sabia se teria carona para ir com o Leo na praia ou não. Aqui até as excursões são diferentes. Não há um ônibus ou qualquer coisa parecida, os pais que se organizam e levam as crianças. Mas depois do festival das luzes a Claudia me disse para ir para a escola as 8:30h que eu teria carona. Fomos de carona com a Sandra, mãe da Anabel – uma doçura de menina – a Sandra nasceu em Angola e os pais são portugueses, então ela fala português. Ela me disse que pensa em inglês e só fala português com os pais e que é um pouco difícil para ela falar português, mas ela foi muito simpática e conversou comigo em português o tempo todo. Mas voltando a falar do passeio: os pais também participam e os professores tem pouco ou quase nenhum trabalho em cuidar das crianças. Mas sejamos justos aqui: a professora do Leo, Mss. Jacqui, ficou o tempo todo cercada de crianças, entrou na água – muitíssimo gelada – e parecia uma criança junto com eles. Eu só molhei até os joelhos...

Happy Thanksgiving – parte 2

Chegamos na casa da consulesa. Por acaso eu havia comentado que a minha casa era gigante??? Se eu comentei, desconsiderem! Imagine aquelas casas de filmes americanos. A maior que você já viu. Imaginou? Essa deve ser maior! Aquilo é gigante! A casa deve ter uns 300 ou 400 m² de construção só no pavimento térreo! Para não exagera, na frente da casa, dentro do portão deve caber entre uns 8 ou 10 carros. As mesas para os convidados estavam montadas no quintal, com uma toalha branca de tecido por cima de cada uma e os talheres enrolados em guardanapos de tecido. Havia mais de 10 mesas, com certeza. E não eram mesas pequenas. Na nossa mesa estavam 6 ou 7 pessoas. Mas eu falei quintal? Cara! Aquilo é um clube completo: além do espaço onde estávamos, tem piscina – ta aqui em casa também tem – mas tem quadra de tênis, uma outra quadra mais pra baixo, meu, o povo tava jogando american football na grama em um outro espaço. Ah, não consigo descrever a casa! Sem dúvida essa foi a maior casa que e...

Conhecendo pessoas

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Ontem (sexta, 11/11/11) foi feriado americano. Então a Claudia estava de folga. De manhã levei o Leo na escola, depois ela foi comigo na escola onde eu vou estudar. Fica em Clairmount, uma outra cidadezinha perto daqui (da uns 20 minutos de carro) e é o único centro comercial perto de onde eu moro – Tokai – mas isso é assunto pra outro post. Fiz a matrícula na escola. Vou estudar 2 dias na semana (terças e quintas). É que são 3 horas de aula por dia com 30 minutos de intervalo – das 9h às 12:30h. E como vou de ônibus não chego em tempo de pegar o Leo na escola. E como nesses dias a Alice vem aqui, ela pode pegá-lo para mim e dar almoço para ele. Além do mais fica mais barato do que 3 ou 5 vezes na semana. Voltando da minha escola, fomos buscar o Leo e uma das mães perguntou à Claudia se ela havia recebido o convite para o aniversário do filho dela. A Claudia disse que não e alegou que o motivo foi, provavelmente, ela ter ficado 3 semanas em férias. Daí ela e o Leo passaram esse perío...

Furadas

Bom, já tem uma semana que eu estou “nas gringas” e às vezes parece que eu nem sai do Brasil... Por que? Bom, porque graças a Deus hoje o mundo é globalizado... Eu falo com quase todo mundo do Brasil pela net quase todo dia e quando não falo e estou com saudades, mando um torpedo. Eu escuto as minhas músicas que eu trouxe no celular e no MP3 e eu estou em uma casa onde todo mundo fala português e quando a TV está ligada geralmente é em um DVD da turma da Mônica! Eu só me lembro que não estou no Brasil quando toca o telefone, a campainha ou quando levo o Leo na escola ou ao parque... Porque daí escuto as pessoas falando em inglês e quando elas vem falar comigo eu saco o meu melhor inglês e digo que sou brasileira e estou aqui para aprender inglês. Geralmente elas são amigáveis, falam mais devagar comigo e se esforçam para entender o que eu digo. Mas, às vezes, meu melhor inglês não me ajuda... Uma pessoa que eu não entendo é um funcionário do consulado, que vive aqui em casa... Ele é...